Amargando a segunda derrota olímpica hoje diante da Rússia, a seleção feminina de basquete busca não mais esbarrar nos 'marcadores' formados por seus próprios equìvocos.
Cientes dos apagões simultâneos, sobretudo no último quarto, as jogadoras comandadas pelo técnico Luiz Tarallo, não atribuem os resultados negativos à parte física.
Em entrevista concedida após segundo revés brasileiro, a equipe tentou retomar o otimismo e relembrou o time campeão de 94, formado por Paula e Hortência.
- Temos de melhorar o último quarto. De novo entramos desligadas, desconcentradas. Não acho que a parte física esteja pesando. Fizemos um bom trabalho. Temos de pensar positivo e não desistir.
Em 1994, quando o Brasil foi campeão mundial, também perdeu os dois primeiros jogos - enalteceu a ala, Chuca.
O técnico Tarallo, também tentou minimizar o momento negativo.
- O grupo está levando os jogos de igual para igual, mas não está conseguindo fechá-los. Temos de acreditar mais. Está todo mundo se dedicando, mas acontecem momentos de instabilidade. Esta é uma chave duríssima, sabíamos das dificuldades que iam existir.
Este grupo está querendo muito. Depois do jogo, reuni as jogadoras e falei para elas que não podemos desistir, temos de persistir, persistir e persistir. Em nenhum momento vamos jogar a toalha.
Estamos tendo conversas sempre para mostrar todas as situações e variáveis que existem, como essa de um time que já perdeu dois jogos e depois foi campeão - enfatizou o treinador.
Com informações do Lancepress!
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