|
|
|
|
|
Para Yamaha, regra de pneus únicos não afetará domínio de Rossi |
|
Quinta, 13 de novembro de 2008, 12h45 Se alguns acreditavam que a mudança no regulamento da MotoGP poderia servir para terminar com o domínio de Valentino Rossi, para a Yamaha o fato de só haver um fornecedor de pneus em 2009, a Bridgestone, aumentará ainda mais o rendimento do italiano. Quem garante é Jerry Burgess, engenheiro-chefe da equipe do hexacampeão mundial.
Segundo Burgess, a alteração nas regras da MotoGP não impedirão que Rossi brilhe como fez nesta temporada, em que venceu nove das 18 provas disputadas, só não aparecendo no pódio em duas oportunidades. Para o dirigente da Fiat Yamaha, a unificação dos compostos Bridgestone foi realizada apenas porque as motos equipadas com os da Michelin vinham apresentando rendimento bem inferior aos da marca japonesa. “Carmelo (Ezpeleta, chefão da categoria) está tentando orquestrar tudo, incluindo o espetáculo, mas o ‘problema’ é que Valentino é melhor e sempre será”, disse o engenheiro, descartando a possibilidade de Casey Stoner, representante da Ducati, e Dani Pedrosa, da Repsol Honda, ganharem força com a mudança no regulamento. “Casey e Dani não estão no nível dele (de Rossi), então fazer alterações para equilibrar o certame é inútil: Valentino permanecerá como número um”. O debate envolvendo os pneus a serem utilizados incluiu nos últimos anos também a Yamaha: a equipe acabou dividida por Rossi, que optou por trocar a Michelin pela Bridgestone após perder o Mundial de 2007 para o piloto australiano. Como brilhou com a moto equipada com os compostos japoneses, o italiano aprovou a alteração realizada por Ezpeleta, mas a opinião não é compartilhada por Burgess. “Na maioria das vezes eu concordo com Valentino, mas as coisas que Ezpeleta diz entram na cabeça das pessoas, até na de Valentino, e desta vez eu discordo: a regra de pneus únicos é um grande erro”, cravou. “Este é um esporte para protótipos nos quais a tecnologia é desenvolvida, então nós precisamos da confrontação entre o maior número de parceiros técnicos possível. Não devemos forçar os times a realizarem certas escolhas”. Gazeta Press |

|
|
|
Outras Notícias |
|
|
|
|
|