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Orgulhoso por briga brasileira, Di Grassi espera ficar na Honda |
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Terça, 18 de novembro de 2008, 12h32 Embora não tenha se saído muito bem no primeiro dia de testes coletivos em Barcelona, Lucas di Grassi está confiante em que ele fará o bastante para ser piloto titular da Honda para a temporada 2009 da Fórmula 1. Curiosamente, o brasileiro está disputando uma vaga na escuderia japonesa com dois compatriotas, Bruno Senna e Rubens Barrichello – questionado acerca dessa situação, o antigo testador da Renault não se diz incomodado, e sim “orgulhoso”.
Terceiro colocado do último campeonato da GP2 mesmo que tenha ficado de fora das seis primeiras etapas do ano, Di Grassi recebeu de presente uma chance de guiar a Honda no circuito espanhol. Sem chances de ascender na hierarquia da Renault, que preferiu renovar com Nelsinho Piquet, o piloto foi disputar vaga na Fórmula 1 com outros dois conterrâneos, mas garante não se importar com isso. “Estou orgulhoso por haver tantos brasileiros brigando por um lugar”, disse o paulista, que está sendo avaliado junto a Bruno Senna como um possível substituto para Barrichello, veterano que ainda mantém esperanças de permanecer a bordo do carro japonês. “Isso significa que somos realmente bons, apesar de não achar que essa situação tem a ver com nacionalidades, e sim porque eu e Bruno fizemos um grande trabalho na GP2. Espero conseguir o volante e realizar uma boa temporada no ano que vem”, completou Di Grassi, que pelo menos na segunda-feira acabou superado pelo sobrinho de Ayrton Senna: marcou 1min25s512 para ser o 17º colocado dos testes, enquanto o ‘rival’, com 1min24s343, terminou em 15º. Apesar de ter sido o piloto mais lento da segunda, o novato de 24 anos não acredito que isso influenciará na decisão Honda: como completou apenas 48 voltas na manhã do primeiro dia de trabalhos, acredita que a escuderia japonesa só terá um cenário mais claro nesta terça, quando ele volta à pista, e na quarta, dara em que Bruno fecha os testes. “É difícil quantificar (as chances de ter convencido Ross Brawn). Isso depende do que acontecerá nos outros dias. Até aqui foi bom, mas eu estava muito verde. Foi tudo completamente novo”, concluiu o esperançoso Di Grassi. Gazeta Press |

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